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Notícias

0 16 de julho de 2015

Presente nos segmentos farmacêutico, de suplementos vitamínicos e de cosméticos, o grupo brasileiro Cimed está ampliando a capacidade produtiva em Minas Gerais e apostando no ritmo forte de lançamentos – são dois a três novos produtos por mês – para repetir a dose verificada nos últimos anos e crescer bem acima do mercado, a despeito da crise econômica doméstica que deve frear o crescimento das vendas de medicamentos neste ano. Para 2015, o grupo projeta expansão de 19% nas vendas, dos R$ 680 milhões faturados no ano passado para R$ 810 milhões, dos quais 90% provenientes do negócio de medicamentos. Para o mercado nacional de fármacos em geral, o Sindusfarma, entidade que representa 190 empresas ou cerca de 90% do setor, projeta crescimento equivalente à inflação sobre os R$ 65,8 bilhões faturados no ano passado, valor que não considera os descontos concedidos. Em entrevista ao Valor, o presidente do grupo, João Adibe Marques, que nas pistas de corrida conquistou o Trofeo Maserati em 2005 e hoje comanda o negócio da família fundado em 1976, contou que cobertura nacional, estrutura verticalizada e a prática de preços até 40% inferiores ao do líder de mercado também têm garantido fôlego aos resultados. Toda a cadeia de distribuição está dentro do grupo, explicou o executivo, o que garante a chegada mais rápida do produto aos pontos de venda. “Te

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0 16 de julho de 2015

Veículo: Anuário Inovação Brasil – Valor Econômico Jornalista: Margarida O. Pfeifer

Farmacêuticas e Ciências da Vida – TOP5
Aché
Bayer
Navartis
Janssen
Sanofi

A Indústria farmacêutica é o se­tor que mais prioriza a inova­ção no Brasil. Os números da pesquisa feita pela Strategy& [do grupo PwC] em conjunto com o Valor revela que 83% das companhias farmacêuticas têm cultu­ra de inovação, quesito que aparece como principal estratégia do negócio em dois terços das empresas pesquisadas, sendo que as demais colocam a inovação entre as três ou cinco prioridades da companhia. É o segmento que mais investe em práticas inovadoras. Todas as farmacêuticas decla­raram investir mais de 5% do faturamento em pesquisa e desenvolvimento (P&D). Outros resultados da pesquisa reforçam a importância das políticas de inovação para o setor: a totalidade das empresas tem gerência aberta a novas ideias; dois terços formaram parcerias com institui­ções de pesquisa, universidades, ONGs, entre outras, para desenvolver P&D; todas possuem equipes exclusivas de P&amp

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0 8 de abril de 2015

O ano novo começou! O ano de 2015 reserva muita movimentação e euforia para a economia nacional e, consequentemente, para o mercado farmacêutico nacional. Fechamos o ano em baixa, diante de tamanha expectativa! Ainda não saiu o resultado do PIB de 2014, porém estima-se algo em torno de 0,5%, depois de várias reduções na projeção. Diante deste cenário de queda e recessão, o que esperar do mercado farmacêutico nacional? O fechamento dos números do mercado farmacêutico de 2015, ao que parece, irão persistir na casa dos dois dígitos com dificuldade, contrariando o mercado nacional. Provavelmente o resultado se deva ao primeiro trimestre de 2014, que apresentou a única alta de dois dígitos do ano, 16%. Já o 2° e 3° trimestre, fecharam com 5,5% e 7,3%, respectivamente. (Fonte: IMS Health) No ano passado tivemos dois grandes eventos que comprometeram nosso calendário econômico: Copa do Mundo e Eleições Presidenciais. E, ainda, tivemos eventos “extras” como deflagração da operação Lava-jato, ou mais conhecida como o “Rombo da Petrobrás”, entre outros casos de corrupção. Estes eventos revelaram a faceta mais cruel da política do nosso país, a corrupção. Infelizmente no Brasil, não temos mais como dissociar política de corrupção, e isto afeta diretamente a economia já fragilizada do nosso país. Faço questão de dar este introdução em

0 13 de janeiro de 2015

Conhecimento da legislação e das boas práticas de execução dos procedimentos são as principais características desse profissional.

Em comemoração ao Dia do Farmacêutico (20/1), a Polar Técnica, empresa fabricante de elementos refrigerantes para produtos que requerem temperatura controlada, alerta para a importância desse profissional na manutenção da qualidade do transporte de medicamentos biológicos, hemoderivados e vacinas.

Fornecedora direta da indústria farmacêutica, a Polar Técnica foi a primeira empresa no mercado a perceber as vantagens de um profissional formado em farmácia atuando na qualificação térmica de embalagens para produtos que necessitam de tempo e temperatura controlados. “Conhecer a legislação, os parâmetros de qualidade e as boas práticas para execução dos procedimentos é fundamental para o desenvolvimento de produtos para a cadeia fria. E o farmacêutico possui toda essa base técnica em sua formação”, explica Paulo Vitor de Andrade, fundador da Polar Té

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0 13 de janeiro de 2015
Um dos grandes desafios da indústria farmacêutica e de saúde no Brasil é o transporte adequado de vacinas, biomedicamentos e hemoderivados – principalmente quando ainda não existem regulamentações com diretrizes específicas nos âmbitos federal, estadual e municipal, aliado a carência em infraestrutura e adoção e manutenção de boas práticas em todos os pontos da cadeia logística. Segundo a farmacêutica Liana Montemor, gerente do laboratório de ensaios térmicos da Polar Técnica, empresa fabricante de produtos refrigerantes, estudos internacionais já comprovaram a perda da capacidade imunizante e eficácia dos insumos, produtos e medicamentos sensíveis à temperatura causada pela refrigeração inadequada. Daí a grande importância de publicações como o Manual Brasileiro de Boas Práticas de Cadeia de Frio, desenvolvido pela ISPE (Associação Internacional de Engenharia Farmacêutica, sigla em inglês) – Afiliada Brasil, são tão importantes. Ainda mais quando a realidade de mercado representa um desafio, seja pelo volume crescente desse tipo de medicamento, pelos novos e mais restritos requisitos regulatórios ou pelo aumento da complexidade de supplychain ou gestão da cadeia logística. “O

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0 13 de janeiro de 2015
A  integridade física do paciente também depende do transporte e armazenamento adequado dos medicamentos. Principalmente quando se refere aos medicamentos biológicos, uma vez que são produzidos a partir de células vivas e que em sua maioria devem ser mantidos entre 2º e 8º C impreterivelmente, para que não haja riscos ao paciente usuário e nem ao medicamento. “Por isso, a qualificação térmica de embalagens e equipamentos é tão importante. Quando as características de temperatura não são levadas em consideração durante o transporte de uma vacina, por exemplo, corre-se o risco do frasco congelar aumentando a probabilidade de ocorrer trincas no vidro. Consequentemente, perde-se a esterilidade do produto, permitindo a entrada de microorganismos, como bactérias. O grande problema é que a injeção desse material contaminado no organismo pode causar septicemia e até a morte do paciente”, explica Liana Montemor, farmacêutica e gerente do laboratório de ensaios térmicos da Polar Técnica, empresa fabricante de elementos refrigerantes para produtos que requerem temperatura controlada. O mesmo pode ocorrer com medicamentos à base de proteínas. A alta temperatura inativa a função da proteína fazendo com

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0 13 de janeiro de 2015

saveris app Selecionar o tipo de transporte e embalagem ideal para cada medicamento é um dos desafios da cadeia logística farmacêutica. A escolha parte do requisito do produto transportado, atrelada à qualidade e custo esperados. Foto: Divulgação Testo Uma das empresas que possuem soluções para este mercado é a Sealed Air. “Contribuímos nesse processo ao oferecer ao cliente uma ferramenta de análise comparativa exclusiva, que juntamente com o entendimento técnico e comercial das variáveis envolvidas, ajuda a determinar o quanto uma solução de embalagem  custa e o que ela agrega de valor”, explica Vanessa Alonso Burri, diretora, responsável pelo desenvolvimentos de negócios globais para a divisão Cold Chain. Caixa com cartão de monitoramento de temperatura TempTrip®. Divulgação Sealed Air Segundo ela, o  cliente po

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